Quando, em 2006, fui para a querida HfG-Schwaebisch Gmuend estudar Novas Mídias, entrei em contato pela primeira vez com um pequeno hardware chamado Arduino. Não, não foi nenhum amor à primeira vista e, naquele semestre de intercâmbio, não desenvolvi nenhum projeto com o Arduino. Apesar disso, pude presenciar o desenvolvimento de diversos projetos, dentre eles, o Earth Walk, de criação de meus amigos alemães Jens Franke e Thomas Gläser.
Para mostrar que desenvolver projetos interativos, como o Earth Walk, utilizando o Arduino é muito mais simples do que se pode aparentar, vejam só a aula da pequena Sylvia.
Assim como a Sylvia, há uma grande quantidade de pessoas, geeks ou não, disponibilizando seus achados na web. E essa é a grande vantagem de se utilizar o Arduino. É possível achar todo tipo de informações que podem servir de ajuda para o desenvolvimento do seu projeto. Já encontrei até uma dissertação de mestrado, da designer Alicia Gibb, com a história do pequeno notável. Há até mesmo um documentário, achado no blog de Umeä, sobre a história e a proposta do Arduino.
TRAILER Arduino: The Documentary (available on HD) from gnd on Vimeo.
Se alguém mais se empolgou com as histórias, é só comprar o seu brinquedinho. Lá fora, já pesquisei preços na Sparkfun e na Adafruit. Aqui no Brasil, já vi na Robocore e na Multilógica, mas sem dúvida há muitos outros lugares. Ouvi dizer que há ainda alguns “Arduinos genéricos”, como o Tatuino, made in Brasil.
Agora é praticar mais para sair do led piscante.